segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

Competir ou cooperar?

Jogar é viver e uma grande oportunidade criativa para encontrar com a gente mesmo. A partir disso, o "jogo" passa a ser conseqüência de nossas ações e relações em todos os âmbitos, principalmente no trabalho onde existem dois "estilos" básicos de jogo:

COOPERAÇÃO - que é o jogar COM o outro; e
COMPETIÇÃO - que é jogar CONTRA o outro.

Na COOPERAÇÃO, as pessoas ou grupos combinam as suas atividades juntas para conseguir realizar um objetivo comum, de tal maneira que o êxito de alguma das partes concorra para um maior êxito das demais.

Na COMPETIÇÃO, quando uma pessoa ou um grupo tem como objetivo um melhor resultado em relação à outra pessoa ou grupo, é gerada a oposição. Muitas das escolhas, comportamento e atitudes que temos - conscientes ou inconscientes -, têm suas raízes no mito da "natureza competitiva" do Homem.

Podemos dizer que o comportamento cooperativo é um aspecto fundamental e que somente através da cooperação, e agindo como um valioso e cooperativo membro da sociedade, podemos superar nossas limitações e sentimentos de inferioridade. Por outro lado, uma falta de cooperação e um conseqüente sentimento de inadequação, são as raízes de todos os estilos de vida inadequada.

Hoje as empresas, já possuem esta visão e estão investindo em "Formação de Equipes de Trabalho". Mesmo quando é óbvio que a cooperação é a melhor estratégia, traz melhores resultados e produz bem estar, muitas pessoas – infelizmente - ainda preferem competir a cooperar.

E você, faz parte de qual time?

Farias

Confiança

O progresso na carreira significa assumir responsabilidades cada vez maiores, precisamos inspirar confiança nos outros para que eles nos encarreguem dessas responsabilidades.

Você pode ser um profissional muito autoconfiante, mas de qualquer forma precisa ser capaz de inspirar confiança nos outros por meio de suas atitudes. Então, seguem alguns pontos importantes sobre confiança:

Coerência: algumas pessoas defendem determinados pontos de vista ou comportamentos, mas não os colocam em prática. A coerência entre o que você fala e faz é fundamental quando se trata de inspirar confiança.

Integridade: é ter princípios sólidos e manter-se fiel a eles, aconteça o que acontecer. A pessoa não deixa de dizer o que acha, mesmo que todo mundo discorde. Não é bajuladora, nem maria-vai-com-as-outras, nem falsa: é integra.

Transparência: não apenas as ações devem ser claras, mas as intenções também. Por isso quem age de determinada forma, mas não explica seus motivos quando isso lhe é pedido, também não está sendo transparente.

Justiça: não se espera que a pessoa justa seja capaz de favorecer alguém em prejuízo de outros, tome decisões unilaterais, tente levar vantagem, ou seja, tendenciosa. A pessoa justa é percebida como alguém equilibrado e de bom-senso.

Lealdade: Você cumpre as promessas que faz? Honra os compromissos que assume? É capaz de colocar uma causa coletiva acima de interesses pessoais? Essas são algumas das formas como se pode demonstrar lealdade.

Empatia: a empatia faz de você uma pessoa receptiva, com quem as outras sentem que podem contar.

Na medida em que você incorporar essas atitudes e inspirar cada vez mais confiança, as pessoas efetivamente confiarão em você.


Pense nisso! Farias